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    Inspire-se: Alunas da Unifor criam projetos para ajudar pacientes com câncer e crianças com paralisia cerebral

    Desde a primeira edição da Campanha da Responsabilidade Social do Ensino Superior Particular, em 2005, a Universidade de Fortaleza (Unifor) participa da iniciativa e ajuda ampliar a conscientização da sociedade sobre o importante papel desempenhado por faculdades, centros universitários e universidades particulares de todo o país.

    Realidade virtual

    uniforRS180720182Em 2018, Juliana Martins, aluna de mestrado em Informática Aplicada, criou um jogo que usa a realidade virtual como parte do processo de reabilitação de crianças com paralisia cerebral, o projeto, que é pioneiro em todo o Ceará, já está cadastrado na 14ª edição da Campanha.

    A aluna conta que sempre pensou em criar algo relacionado à educação, já que sua mãe é psicopedagoga e professora no interior do Estado. Juntas, elas já realizam projetos de inclusão para crianças com deficiência e dificuldades de aprendizado.

    A implementação do projeto, além de trabalhar o lado motor e o cognitivo, pode servir de estímulo para as crianças e sua família pois trabalha de uma forma lúdica, aproximando a criança a uma tecnologia que não é tão acessível no seu cotidiano.

    “Ser uma liderança feminina é, além de reconhecer nosso empoderamento, mostrar a capacidade que temos em pequenas ações que podem sim contribuir para a mudança do que esperamos para um mundo melhor”, salienta Juliana.

    Recuperação de pacientes com câncer

    Outro projeto desenvolvido por uma aluna da Unifor, que já está cadastrado na 14ª edição da Campanha, é utilizado como protocolo assistencial no Instituto do Câncer do Ceará (ICC) para pessoas com câncer de cabeça e pescoço.

    Intitulada “Perfil Bioquímico, Celular e Proteômico do Plasma de Pacientes com Câncer de Cabeça e Pescoço Submetidos a Terapia Nutricional Enteral Imunomoduladora no Pós-cirúrgico”, a pesquisa foi realizada no Laboratório de Análise Proteômica da Unifor, localizado no Núcleo de Biologia Experimental (Nubex).

    uniforRS180720183No seu trabalho, a profissional evidencia a utilização da Terapia Nutricional Imunomoduladora como método capaz de melhorar o estado clínico pós-cirúrgico destes pacientes. A terapia consiste na aplicação de uma dieta com alimentos capazes de modular o sistema imunológico, fortalecendo-o e reduzindo o índice de complicações pós-cirúrgicas e tem sido tema de muitas pesquisas ao redor do mundo.

    Segundo levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS) os tumores na cabeça e pescoço, que incluem boca, nariz, laringe e hipofaringe, configuram o nono tipo de câncer mais popular do planeta. Entretanto, se identificado ainda em estágios iniciais, há possibilidade de cura em 80% dos casos.

    A dissertação tem como proposta apresentar dados relevantes constatados pela pesquisadora durante o acompanhamento de pacientes em recuperação. Nos casos estudados, o uso da terapia nutricional reduziu a resposta inflamatória do pós-operatório sem comprometer os parâmetros imunológicos.

    “O tempo de internação dos pacientes do serviço de cabeça e pescoço é, em média, de três dias. Não foi evidenciada a ocorrência de complicações pós-cirúrgicas, como infecções hospitalares e sepse nos pacientes estudados, exceto o aparecimento de fístula em um paciente, cujo estado nutricional foi classificado como desnutrição grave. Tivemos uma melhora na evolução do estado nutricional, comparando na admissão e alta hospitalar”, destaca Semíramis.

    Estímulo

    Os alunos de pós-graduação da instituição, seja de especialização/MBA ou de mestrado/doutorado, são sempre estimulados a identificar e desenvolver soluções para problemas, sejam em âmbito local, regional, nacional e até internacional.

    Segundo Lília Sales, vice-reitora de pós-graduação da Unifor, “com o propósito de impactar positivamente a sociedade por meio da proposição de soluções para problemas reais, a IES se inspirou em instituições de renome internacional para idealizar o seu próprio modelo de ensino, orientado a formar líderes que transformam”.

    Campanha da Responsabilidade Social

    Ações como essa podem servir de exemplo para instituições de educação superior de todo o país. Nesse sentido, é essencial que as IES cadastrem os projetos na Campanha da Responsabilidade Social do Ensino Superior Particular para aderir ao movimento de conscientização do papel do ensino particular brasileiro.

    A participação é gratuita e após a realização da Semana da Responsabilidade Social, que, em 2018, acontecerá entre 17 e 22 de setembro, as IES que cadastraram suas ações recebem o Selo Instituição Socialmente Responsável, conferido pela ABMES. A marca demonstra que a instituição é uma organização socialmente responsável. Ela pode ser estampada em publicações, site, folders, informativos e outras peças de divulgação, certificando que a IES é comprometida e faz a diferença na educação superior e na comunidade onde ela está inserida.

    *Com informações do Protal Unifor e G1 CE.

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